WHO RUN THE WORLD? Voldemort! WHO RUN THE WORLD? Voldemort!
Hoje trabalhando observei dois jovens senhores se conhecendo e paquerando um com o outro, dai lembrei da história de um velho amigo meu.
Um cara solitário que não acreditava no amor, vivia desafiando a vida, afim de descobrir o que ela tinha pra oferecer, até que num dia, em uma dessas redes sociais, conheceu alguém, uma pessoa que, a princípio, era tudo que ele acreditava ser o melhor, foram se conhecendo. O processo de conhecimento deles foi devagar, até que num dia combinaram de se encontrar numa balada e o primeiro beijo aconteceu, ele loucamente sentiu o desejo de conhecer aquela pessoa sem saber o porquê, mas sentiu, barreiras foram impostas, mas passado um tempo lá estavam eles, curtindo-se cada vez mais, sentia cada vez mais uma vontade imensa de ver essa pessoa, ele trabalhava em horários diferentes, mas sempre que podia encontrava a pessoa com quem queria algo mais do que a amizade. Um mês depois, lá estavam eles, apaixonados perdidamente um pelo outro (ele acredita que sim) acabaram namorando, eles se davam super bem, ele me disse que nunca vai esquecer da primeira vez que ouviu “EU TE AMO”, pois estava louco pra dizer também, mas tinha medo que não ouvisse um “EU TAMBÉM, TE AMO”, mas ao escutar essa frase as vezes é tão dificil de ser verdadeira, no mesmo instante retribuiu com um abraço e um beijo fervoroso, eles faziam amor, quente, suado, que o arrepiava da cabeça aos pése e o enlouquecia, se desprendeu de hábitos ruins e aprendeu muita coisa com essa pessoa, principalmente, AMAR, de uma forma verdadeira e sem culpa, viveram e passaram por muitas conquistas e derrotas juntos, assim provando que se amavam verdadeiramente, ele conta que provavelmente nunca irá passar um dia dos namorados tão legal e aventurado, (por pedido dele, não irei falar), viagens inesquecíveis, fotos tiradas na memória, que estão guardadas no coração. Hoje não estão mais juntos (por pedido, não falarei o motivo), ele chora muitas vezes sozinho em casa, lembrando da vida boa que levava ao lado dessa pessoa que ele amou e ainda ama fervorosamente, mas que infelizmente não pode mais demosntrar como antes.
Essa história me faz refletir, que devemos dar chances pras oportunidades que aparecem na nossa vida, não pensando no que vai dar e sim procurar fazer ela dar, podemos aprender muita na vida, a se apaixonar, a ser romântico, a amar, a escrever cartinhas pra quem se gosta, a demosntrar sentimentos bons, seja ele qual for, devemos valorizar as coisas que estão próximas de nós e não pensar como seria depois que perder-las.
Recentemente encontrei com ele, ele me disse que não é mais o igual, não é mais aquele garoto solitário querendo viver de maneira louca e inconsequente, ele diz que não tem a melhor vida, mas que está procurando ter, que sente muito a perda dessa pessoa que aprendeu a amar, mas entende que a vida segue caminhos diferentes e que um dia poderá encontrar ela novamente ou outra e construir sua vida na qual passou a desejar.
Desculpa algum erro de português, pois não sou muito bom com palavras.




